Apple vai abrir o seu programa de caça aos bugs de segurança

Cada vez mais as empresas dedicam parte do seu esforço a garantir a segurança dos seus produtos e dos utilizadores que os usam. Contam para isso com o forte apoio das suas comunidades para descobrir falhas e recompensam-nas por esse esforço.

A Apple é a mais recente empresa a anunciar a criação de programa de caça aos bugs de segurança, sendo para já apenas aberta a investigadores convidados.

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A postura da Apple face aos testes e à avaliação antecipada dos seus sistemas operativos, aplicações e serviços mudou muito nos últimos anos. Estes deixaram de estar apenas disponíveis aos programadores e passaram a estar abertos ao público para testes iniciais, com as versões beta.

Dando continuidade a esta ideia, a empresa anunciou agora que vai abrir em Setembro um programa de procura de falhas de segurança nos seus produtos, com o pagamento de recompensas a quem os detectar.

Foi durante a conferência BlackHat 2016 que este novo programa foi apresentado, sendo reveladas as áreas em que vai incidir e também os valores pagos a quem descobrir estas falhas.

Vão ser 5 as principais áreas de actuação, com o valor máximo a ser pago a atingir os 200 mil dólares, para quem descobrir falhas em componentes do firmware de secure boot. Há ainda prémios para quem descobrir falhas no iCloud, nos processos de sandbox, na recolha de informação cifrada ou a execução de código arbitrário com permissões elevadas.

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A Apple segue assim os exemplos da Google, que no ano passado pagou mais de 2 milhões de dólares em prémios, ou da Microsoft, que trabalham com os investigadores de segurança e hackers que detectam falhas nos seus serviços e sistemas.

Este programa vai facilitar a detecção de falhas no ecossistema Apple e garantir que seja atractiva a comunicação destas descobertas, que podem depois ser corrigidas de forma rápida.

Fonte: Pplware

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iPhone 7 será lançado a 12 de Setembro

Um dos dispositivos móveis mais esperados é sem dúvida o novo iPhone 7 da Apple.

Muito se tem escrito sobre este equipamento mas agora Evan Blass, um dos membros do @evleaks, revelou que o mesmo deverá ser apresentado na primeira quinzena de Setembro, com grandes hipóteses de ser dia 12.

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iPhone 7 sai a 12 de Setembro

Faltam menos de dois meses para que o novo iPhone chegue ao mercado. Depois do iPhone 6s ter sido apresentado no ano passado a 9 de Setembro, há informações que o novo modelo será anunciado no próximo dia 12 de Setembro (Segunda-Feira).



Relativamente ao que se tem escrito sobre o próximo flagship da Apple, é provável que o novo iPhone esteja disponível em três versões: iPhone 7, iPhone 7 Plus e iPhone 7 Pro.

O iPhone 7 deverá vir com o SoC A10 da Apple e com um ecrã de 4,7” com resolução máxima de 1.334 x 750 píxeis. A versão base deverá ter 2GB de RAM e já não haverá a opção de 16 GB de memória de armazenamento. Obviamente o sistema operativo será o iOS 10.

Relativamente ao iPhone 7 Pro, este deverá vir com o SoC A10 da Apple que, segundo as informações é tão rápido quanto o A9X  que vem com o iPad Pro. Em termos de memória RAM, esta versão do iPhone deverá ter, no mínimo, 3GB de RAM.

O iPhone 7 Pro poderá também vir com uma câmara traseira com sensor duplo, para assim garantir a melhor qualidade tanto ao nível do vídeo como ao nível da fotografia (algo que até já havia sido revelado anteriormente). A capacidade de armazenamento será de 256 GB.

Há também alguns rumores relativamente à bateria que deverá ser de 1.960 mAh. Em termos de preço, a versão base do novo iPhone deverá rondar os 800€.

Fonte: Pplware

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Será este o novo iPhone 7 Pro?

O iPhone 7 será, com muita certeza, o próximo smartphone a ser lançado pela Apple.  Na internet encontra-se já muita informação não oficial (rumores) que, como é normal, até acabam por acertar nas escolhas da gigante de Cupertino.

Mas, sabia que a Apple poderá lançar três versões do iPhone 7, sendo que uma delas será o iPhone 7 PRO? Se não acredita veja as imagens que apareceram numa rede social chinesa.

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Segundo informações que apareceram na rede social chinesa Weibo, o novo iPhone 7 estará disponível em três versões:

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iPhone 7 Plus
iPhone 7 Pro

Estes equipamentos irão distinguir-se especialmente no que diz respeito ao tamanho, mas também nalgumas características.

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De acordo com as informações que foram partilhadas, o iPhone 7 Pro terá uma câmara traseira com sensor duplo, para assim garantir a melhor qualidade tanto ao nível do vídeo como a nível da fotografia (algo que até já havia sido revelado anteriormente). A capacidade de armazenamento será de 256 GB.

Como sabemos a Apple poderá finalmente acabar com o iPhone de 16GB.

Ainda relativamente ao iPhone 7 Pro, este deverá vir com o SoC A10 da APple e com GPU PowerVR de forma a garantir a melhor performance. Em termos de memória RAM, esta versão do iPhone deverá ter, no mínimo, 3GB de RAM. Obviamente o sistema operativo será o iOS 10.

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Todas as informações disponibilizadas são apenas rumores que, a confirmarem-se, farão do iPhone 7 um dos mais poderosos do mercado. O novo iPhone deverá ser oficialmente lançado já em Setembro deste ano.

Fonte: Pplware

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iPhone 7 – Esta será a nova imagem que veremos em Setembro?

A “imagem do iPhone 7” que escapou agora para a web não mostra nada que não saibamos e que não tenhamos já falado imensamente. Contudo, esta fotografia confirma alguns dos pormenores avançados em rumores.

O novo iPhone 7 terá uma imagem traseira “limpa” das antenas, um pouco à imagem das suas origens, mas há outros pormenores que foram agora revelados nesta imagem.

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Como podemos ver na imagem, esta não oferece qualquer pista sobre os planos da Apple em relação ao Botão Home, se este sempre virá incluído no ecrã (sensível ao toque), se o ecrã será OLED ou se tudo isto será deixado para o décimo aniversário do iPhone para o próximo ano de 2017.

 

Mas este design criará impacto nos utilizadores?

De acordo com um relatório lançado ontem pelo analista da Piper Jaffray, Gene Munster, uma pesquisa com base em 400 proprietários do iPhone, 15% referem que irão actualizar para o novo dispositivo no próximo Outono, enquanto 29% ainda não sabem, estão ainda a ponderar essa possível decisão.

Segundo a pesquisa, 67% dos proprietários de iPhone nos EUA têm um iPhone 6/6 Plus ou um modelo mais antigo, colocando-os na típica janela de actualização do operador durante o ciclo do iPhone 7. Enquanto isso, a pesquisa refere que 32% dos utilizadores são proprietários de um iPhone 5s ou de um modelo mais antigo o que significa já alguma incompatibilidade com o software e, portanto, possíveis candidatos a uma actualização para o novo modelo.

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Como podemos ver na imagem, esta não oferece qualquer pista sobre os planos da Apple em relação ao Botão Home, se este sempre virá incluído no ecrã (sensível ao toque), se o ecrã será OLED ou se tudo isto será deixado para o décimo aniversário do iPhone para o próximo ano de 2017.

 

Mas este design criará impacto nos utilizadores?

De acordo com um relatório lançado ontem pelo analista da Piper Jaffray, Gene Munster, uma pesquisa com base em 400 proprietários do iPhone, 15% referem que irão actualizar para o novo dispositivo no próximo Outono, enquanto 29% ainda não sabem, estão ainda a ponderar essa possível decisão.

Segundo a pesquisa, 67% dos proprietários de iPhone nos EUA têm um iPhone 6/6 Plus ou um modelo mais antigo, colocando-os na típica janela de actualização do operador durante o ciclo do iPhone 7. Enquanto isso, a pesquisa refere que 32% dos utilizadores são proprietários de um iPhone 5s ou de um modelo mais antigo o que significa já alguma incompatibilidade com o software e, portanto, possíveis candidatos a uma actualização para o novo modelo.

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O que se espera do novo iPhone 7?

Todos esperam que a Apple apresente já no próximo mês de Setembro novo iPhone 7 e iPhone 7 Plus. Além das características acima mencionadas, são esperados smartphones ligeiramente mais finos, com processadores mais rápidos da série Apple A10, com armazenamento a começar nos 32 GB, melhoria da impermeabilização, carregamento energético sem fios e melhor performance no LTE e Wi-Fi. Além disso, espera-se que ambos venham equipados com 3GB de RAM e uma câmara traseira com lente dupla (ou pelo menos que esta seja apenas uma característica do modelo de 5,5 polegadas).

Até lá, o que poderá haver que possa surpreender os utilizadores?

Fonte: Pplware

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iPhone 7 não terá opção de 16GB, o mais barato será de 32GB

Começam a surgir vários relatórios que dão pistas sobre o novo iPhone 7. Segundo a imprensa norte-americana, esta nova versão irá mesmo deixar cair a opção de 16GB. Pela primeira vez, a versão base do iPhone terá de armazenamento interno 32GB.

Sendo esta uma óptima novidade há muito esperada pelos utilizadores, havia ainda o receio que a Apple não percebesse o que o mercado lhe dizia e insistisse nos 16GB, tamanho de espaço em disco que actualmente já não faz qualquer sentido!

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Um assunto que tem revoltado os utilizadores que seguem a Apple, que são clientes e aficionados, é a opção da empresa de Cupertino insistir no armazenamento de 16GB quando, manifestamente, o mundo deu um passo há muito tempo para outros níveis de ofertas. Com suporte para 4K e mais qualidade de conteúdos, incluindo um sistema operativo cada vez mais refinado, não faz sentido o utilizador ter um iPhone de 16GB como entrada de gama, sendo esta gama a mais acessível e a mais pretendida.

Agora, seguindo os rumores sobre o iPhone 7 que indicam que se aproxima a passos largos, visto que Setembro será mesmo a data de lançamento, o Wall Street Journal confirma que o próximo smartphone da empresa de Cupertino vem com uma configuração base com 32GB de armazenamento, deixando para trás, finalmente, os 16GB que hoje já não são propriamente suficientes.

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iPhone 7 de 16GB? Não há!

O argumento que a Apple tem usado para justificar a ainda adopção dos 16GB nos seus dispositivos prende-se com a utilização do espaço no serviço iCloud. Contudo, o serviço iCloud gratuito é igualmente escasso e o pago ainda não é uma opção que as pessoas queiram ter como complemento ao preço que pagam por um iPhone.

Assim, o que se tem visto, até manchando um pouco as pretensões da Apple, são os utilizadores a baixar a qualidade do vídeo para poderem contar sempre com algum espaço, onde depois usam para as suas músicas, aplicações, documentos e fotografias.

Fonte: Pplware

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Apple responde: Spotify procura “tratamento preferencial”

A posição do Spotify face às regras que a Apple tem estado a usar para rejeitar as actualizações da sua aplicação, foi clara: acusaram a empresa de querer travar a concorrência e assim conseguir espaço para o Apple Music.

Mas a Apple não quis deixar este assunto arrefecer e respondeu ao Spotify com as razões para estar a tomar esta posição. A guerra agudizou-se e pode não ter um fim à vista!

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Depois do Spotify ter vindo a público queixar-se da postura da Apple face às actualizações que tem pendentes da sua aplicação, foi a vez da empresa de Cupertino apresentar as suas razões e defender-se de todas as acusações. A principal queixa foi mesmo a da vinda a público do Spotify e das queixas desta.

"We find it troubling that you are asking for exemptions to the rules we apply to all developers and are publicly resorting to rumors and half-truths about our service."

Esta é apenas a primeira parte da carta de resposta que o advogado da Apple enviou para o Spotify, para tentar esclarecer toda a troca de argumentos.

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As razões da Apple para rejeitar o Spotify

Conforme informações veiculadas, tudo se centra na vontade do Spotify de remover a subscrição do seu serviço da App Store, algo que a Apple tem como obrigatório. É neste ponto que a Apple está a bater para rejeitar a aprovação da app do Spotify.

"Shortly after Spotify submitted its app on May 26, our team identified a number of issues, including that the in-app purchase feature had been removed and replaced with an account sign-up feature clearly intended to circumvent Apple’s in-app purchase rules. That feature exists only for the purpose of avoiding having to pay Apple for your use of the App Store by emailing customers within hours, directing them to subscribe to Spotify on its website. A clear violation of the terms every other developer adheres to."

A ideia do Spotify é que ao retirar da App Store a subscrição do serviço, consegue poupar aos utilizadores 3 dólares, que é a taxa que a Apple cobra.

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A reincidência do Spotify e o desrespeito pelas regras

Há ainda referência a algumas medidas que o Spotify tomou para conseguir contornar o registo no seu serviço, mesmo depois de terem sido alertados pela Apple para a quebra das regras definidas.

"During a number of discussions between our team and Spotify, we explained why this sign-up feature did not comply with our guidelines and requested you resubmit a compliant version of the app. On June 10, Spotify submitted another version of the app which again incorporated the sign-up feature directing App Store customers to submit an email address so they could be contacted directly by Spotify in a continued attempt to get around our guidelines. Spotify’s app was again rejected for attempting to circumvent in-app purchase rules, and not, as you claim, because Spotify was simply seeking to communicate with its customers."

É aqui que a Apple faz agora a sua defesa e onde tenta mostrar que a postura do Spotify tem sido a menos correcta, procurando uma forma de contornar as regras impostas e que todos os developers da App Store estão a usar.

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A Apple quer colaborar com o Spotify

A carta resposta da Apple termina com um tom mais leve e aponta ao Spotify a vontade de ter um tratamento preferencial por parte da Apple. Fica ainda a nota de que a Apple não terá qualquer problema em aprovar a app em causa, assim que esta cumpra as regras definidas pela Apple para todos os programadores.

"Ironically, it is now Spotify that wants things to be different by asking for preferential treatment from Apple.

As far as I can see the Spotify App currently up on the App Store is still in violation of our guidelines. I would be happy to facilitate an expeditious review and approval of your app as soon as you provide us with something that is compliant with the App Store’s rules."


Este é um tema que está ainda por resolver. O Spotify quer acabar com os 30% que a Apple cobra para o registo pelos seus serviços e a Apple, naturalmente, que não quer abdicar dos mesmos.

Fonte: Pplware

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Spotify acusa Apple de querer atrasar novamente a concorrência

O Spotify é o concorrente directo do Apple Music. Ambos os serviços de streaming de música a Internet procuram ser os mais usados e para isso a Apple parece ter uma vantagem única!

Segundo as acusações do Spotify, a Apple estará a usar várias armas para que este serviço fique para trás e não consiga oferecer o melhor aos seus utilizadores.

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A acusação do Spotify

A acusação do Spotify à Apple assenta num único pilar. Segundo a Spotify, a Apple está a recusar a actualização na Apple Store da sua aplicação, procurando obrigar a que sejam pagos os 30% de subscrição do serviço de streaming.

Esta área de serviços é cada vez mais importante para as receitas da Apple e o Spotify tem tentado tudo para que os utilizadores subscrevam o serviço fora do iOS e da Apple Store, para assim o conseguirem tornar mais barato e sem dar qualquer valor a ganhar à Apple.

Claro que a ausência destas actualizações acaba também por beneficiar indirectamente a Apple noutro campo, o que concerne à concorrência que é feita ao Apple Music, o seu serviço de streaming. Sem o Spotify a conseguir oferecer o máximo, os utilizadores acabam por escolher o serviço da Apple.

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As práticas concorrenciais da Apple

O Spotify quer levar esta acusação o mais longe que conseguir e por isso enviou uma carta aberta a vários membros do congresso, relatando as práticas menos claras que a Apple está a usar e procurando sensibilizá-los para o impacto destas medidas.

"This latest episode raises serious concerns under both U.S. and EU competition law. It continues a troubling pattern of behavior by Apple to exclude and diminish the competitiveness of Spotify on iOS and as a rival to Apple Music, particularly when seen against the backdrop of Apple’s previous anticompetitive conduct aimed at Spotify … we cannot stand by as Apple uses the App Store approval process as a weapon to harm competitors."

A Apple para já alega que o Spotify está a violar as regras de modelo de negócio da App Store e que se quer ver as actualizações da sua aplicação lançadas, deve passar a usar as vendas dentro da aplicação e a subscrição através do iTunes.

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Com mais de 30 milhões de utilizadores Premium, o Spotify é ainda o maior serviço de streaming da Internet, deixando o serviço da Apple bem longe. No início do ano, o Apple Music contava apenas com 10 milhões de utilizadores, devendo por agora estar perto dos 15 milhões de subscritores pagantes.

Esta não é uma guerra nova e tomou já várias formas. A Apple está decidida a eliminar toda a sua concorrência e depois de ter tentado conseguir realizar esse seu desejo através das editoras, procura agora fazê-lo directamente no seu campo, nas aplicações para iOS.

Fonte: Pplware

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“Privacidade Diferencial” da Apple vai ser opcional

Foi no passado dia 13 que a Apple apresentou as suas mais recentes novidades no que toca ao seu software e, entre várias novidades, uma das que teve destaque foi a chamada “Privacidade Diferencial”.

Aquando do anúnico, a Apple disse que este novo método seria utilizado no iOS 10 para recolher informação do utilizador, com o intuito de melhorar a experiência e a qualidade das sugestões de escrita (QuickType), emojis, pesquisas do Spotlight, mapas e que também seria utilizado no MacOS Sierra.

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Mas o que é mesmo a Privacidade Diferencial?

"A privacidade diferencial é um estudo na área da estatística e análise de dados que tenta aprender o máximo possível sobre um grupo, enquanto aprende o mínimo possível sobre os indivíduos neste grupo. Com a privacidade diferencial, a Apple pode adquirir e guardar os dados dos utilizadores num formato que permite recolher informações sobre o que as pessoas fazem, dizem, gostam e querem. Porém, não pode retirar nenhum dado sobre uma pessoa específica que possa qualificar uma violação de privacidade. Isto é feito através de tabelas de dispersão (hashing), sub-amostragem (subsampling) e adição de ruídos (noise injection) permitindo, assim, uma aprendizagem colectiva (crowdsourced learning). Desta forma, depois de recolhida a informação do utilizador e retirando todo o ruído introduzido intencionalmente à volta, será possível recolher, com fiabilidade, a informação inicial, preservando a identidade da origem dessa informação."

 

Tendo havido bastante confusão em relação aos dados que seriam utilizados, e o que esta nova forma de recolher dados siginificaria para o utilizador final, a Recode decidiu escrever um artigo sobre este assunto, acabando por esclarecer algumas das dúvidas.

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A opção de enviar os dados para a Apple vai ser opcional, permitindo ao utilizador decidir se quer ou não enviar informação para os servidores da empresa de Cupertino. Estes dados vão começar a ser recolhidos aquando do lançamento do iOS 10 (Setembro), e ficamos também a saber que as fotografias, que temos guardadas no iCloud, não vão ser utilizadas para melhorar as capacidades de reconhecimento facial da aplicação Fotografias.

"Em relação aos dados que vão ser recolhidos, a Apple diz que inicialmente a “Privacidade Diferencial” apenas será utilizada em quatro casos específicos: Novas palavras que os utilizadores adicionem aos dicionários dos seus equipamentos, emojis utilizados (para melhorar as sugestões de substituição de palavras por emojis), “deep links” utilizados dentro das aplicações (desde que estejam classificados para utilização pública) e para a aplicação das Notas.

A Apple vai também continuar e melhorar as capacidades de sugestão de pesquisa e aplicações que foram introduzidas no iOS 9.

Nenhuma informação será partilhada fora da Apple."


Não será a primeira vez que a Apple coloca a privacidade dos seus clientes no topo das suas prioridades, tendo em conta que o Siri ficou um pouco para trás em relação à concorrência devido a decisões internas que colocavam em risco a privacidade dos seus clientes.

Não podemos deixar de estar conscientes da informação que partilhamos e da forma como esta é utilizada, mas é sempre um passo em frente quando se tenta salvaguardar a origem e a privacidade daqueles que decidem enviar os seus dados para as gigantes tecnológicas.

Fonte: Pplware

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MEO vai desbloquear todos os equipamentos móveis. E a NOS também

Todos os smartphones, tablets, placas de Internet e routers wireless que compõem o portfólio da operadora podem desde hoje ser adquiridos já desbloqueados. Em resposta, a NOS anunciou entretanto que fará o mesmo já na próxima semana.


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A MEO anunciou que os seus clientes podem, a partir desta terça-feira, “adquirir todos os modelos do seu portfólio já desbloqueados”, possibilidade complementada ainda pela oferta adicional de 5 GB de Internet em caso de compra de um smartphone, durante três meses.

A operadora refere em comunicado que este é um “movimento único e disruptivo no setor das telecomunicações em Portugal”, abrangendo os equipamentos móveis MEO: telemóveis, tablets, placas e routers wireless. “Todos os equipamentos estão desbloqueados de origem ou podem ser desbloqueados gratuitamente em qualquer momento, mediante a solicitação do respetivo código de desbloqueio através do site ou em qualquer ponto de venda MEO”, informa a empresa.

Além da oferta de 5GB de Internet para utilização livre durante 3 meses, a MEO afirma disponibilizar agora novas condições de aquisição referentes a estes equipamentos desbloqueados. Entre elas está a redução dos valores de entrada inicial no caso de compras a prestações, bem como modalidades sem juros e a possibilidade de pagamento até 36 prestações para alguns modelos topo de gama.

Também a NOS confirmou ao TeK, já esta tarde, que a partir da próxima semana vai "comercializar todos os telemóveis desbloqueados e para sempre". Numa primeira fase os clientes podem solicitar o desbloqueio dos terminais no site da operadora ou em qualquer loja, mas "posteriormente todos os equipamentos comercializados pela NOS serão disponibilizados já desbloqueados no momento da compra", pode ler-se na declaração.   

Nota da redação: o TeK está a contactar também a Vodafone e outras entidades no sentido de obter esclarecimentos adicionais sobre esta nova estratégia.

Fonte: SapoTEK

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O iOS 10 tem um “dark mode” escondido e pronto a ser usado

  • Publicado em iPhone
O iOS 10 tem surpreendido os seus futuros utilizadores pela positiva. A Apple fez, do que se pode ver, um excelente trabalho a criar esta nova versão.

Se muitas das novidades são óbvias e saltam à vista, outras não aparecem de imediato e nem sequer foram anunciadas pela Apple. O dark mode foi agora encontrado, mas ainda não pode ser usado por todos.

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Assim que anunciou o iOS 10 a Apple disponibilizou-o de imediato a todos os potenciais utilizadores que o queiram testar. Esta nova versão traz muitas novidades e muitas delas têm estado a ser exploradas e mostradas.

Mas uma das novidades era há muito pedida. Falamos do dark mode, que está aparentemente escondido dentro do código, pronto a ser activado e usado por todos.

Vários programadores que estão a usar o iOS 10 estiveram a explorá-lo a fundo e conseguiram activar o dark mode, disponibilizando imagens desta novidade.

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Este novo modo será um complemento ao Night Shift, permitindo mudar as cores do iOS para preto e outras mais escuras, facilitando a sua utilização em ambientes de menor luminosidade.

Não é certo que a Apple o vá trazer para a versão final do iOS 10, mas a verdade é que o dark mode está presente nesta primeira versão beta.

Fonte: PplWare

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