Apple: iPhone é considerado o smartphone mais seguro

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O iPhone é considerado por muitos o smartphone mais seguro que existe. Um dos fatores que leva muitos entendidos a afirmar isto são as atualizações regulares que a Apple envia para os seus smartphones e o controlo apertado das aplicações que são submetidas para a App Store. Mas será que existem dados que o provam?

Uma análise levada a cabo pela SecurityLab concluiu que a Apple é a empresa que apresenta melhores resultados quando se fala de atualizações de segurança de sistemas operativos móveis. Já nos smartphones Android, apenas duas conseguiram pontuações aceitáveis.

iPhone segurança

iPhone é o mais seguro

A empresa de segurança SecurityLab serviu-se da sua conta de Twitter para revelar uma tabela que examina e mostra os resultados relativamente a quatro fatores bastante importantes:

  • O máximo de tempo que levou a ser disponibilizada uma atualização depois de ter sido descoberta uma vulnerabilidade
  • O tempo máximo que o update levou a estar disponível para toda a gente
  • Se o update podia ser instalado, independentemente da operadora de telecomunicações escolhida
  • Quantidade de tempo durante a qual o dispositivo recebe atualizações de segurança

Tabela de níveis de segurança dos smartphones

Como pode observar na tabela, a Apple recebeu cor verde em todas as categorias. Assim, a marca da maçã provou ser das empresas que leva menos tempo para disponibilizar uma atualização de segurança (apenas dias), todos os updates estão disponíveis em todo o mundo num espaço de tempo de 24 horas e as atualizações podem ser instaladas independentemente das operadoras de telecomunicações.

Atualização iPhone

Para além de tudo isto, a Apple oferece suporte e atualizações de segurança para todos os seus dispositivos durante cinco anos; com a exceção do iPhone 5C que apenas recebeu atualizações de segurança durante quatro anos.

 

Android ficou mais atrás…

No lado do Android, os resultados não se mostraram tão positivos, ao contrário do que acontece no mundo Apple. A Essencial Phone e a Google foram as únicas fabricantes a ter uma pontuação relativamente alta, apesar de ambas as marcas estarem dependentes de operadoras para entregar as atualizações de segurança aos utilizadores da marca. Isto significa que, possíveis vulnerabilidades que devem ser eliminadas em poucos dias, chegam a demorar meses para serem resolvidas. Além disso, tanto a Essencial Phone como a Google apenas enviam atualizações de segurança durante um período de três anos.

Atualização Android

A líder de mercado Samsung não ficou nada bem vista com os resultados apresentados por este estudo, tendo ficado para lá do meio da tabela. Em todas as categorias recebeu as cores laranja ou vermelho. Os updates de segurança mais rápidos foram medidos em semanas e não em dias, sendo que em alguns dispositivos chegaram a demorar meses. Mais, a Samsung apenas oferece atualizações de segurança durante um período entre 2.5 e 1 anos.

 

Conclusão

Hoje em dia, os smartphones são o “computador pessoal” de muita gente e, reparando bem, grande parte da população tem, nestes dispositivos, muita informação que não deve ser partilhada com ninguém. Existem conversas privadas, informação bancária e, em alguns casos, dados de saúde. Deste modo, a segurança dos smartphones deve ser uma prioridade para todas as fabricantes.

Com estes resultados, a Apple mostrou, mais uma vez, que pretende manter os seus dispositivos em segurança e preservar a confiança de todos os utilizadores de iOS.

"We see that privacy is a fundamental human right that people have. We are going to do everything that we can to help maintain that trust."

Tim Cook

 

Fonte: Pplware

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iPhone é o equipamento que sofre menos ataques de malware

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A segurança dos sistemas operativos é um tema recorrente e que está sempre presente no dia-a-dia. Se muitos julgam estar protegidos, a verdade é que estão expostos e muitas vezes até já com malware presente e a causar estragos.

Um estudo da Nokia revelou agora quais os sistemas que estão mais expostos ao malware e quais os que foram efetivamente infetados. Os resultados acabam por ser óbvios e colocam o iPhone como um dos menos afetados.

iPhone

O Nokia Threat Intelligence Report deste ano revelou, mais uma vez, quais os principais sistemas expostos a ataques, confirmando o que há já vários anos sabemos.

O iPhone foi o equipamento que menos infeções de malware teve

O pódio dos das infeções por malware pertence, com grande vantagem, ao sistema operativo móvel da Google, que com 68,5% das ameaças a serem dirigidas a si é o sistema que se mostra mais interessante para os atacantes. O histórico de problemas e de falhas tornam-no como o alvo preferido e o que, provavelmente, terá maiores taxas de sucesso.

De seguida temos presente outro conhecido desta área e que durante vários anos esteve também no topo. Falamos do Windows e dos seus 27,96% de infeções conseguidas.

iPhone Android malware

Claro que a pergunta seguinte e também ela óbvia é onde ficou o sistema operativo da Apple, e em especial o do iPhone. Este sistema ficou no terceiro lugar, englobado numa categoria mais vasta e que continha outros sistemas. O iOS, e os restantes sistemas, apenas tiveram 3,54% de infeções bem-sucedidas.

A origem dos problemas no Android

Mais uma vez a Nokia confirmou o óbvio ao revelar que a principal fonte de infeções no Android vem de aplicações oriundas de fora da loja de apps da Google. A própria Play Store tem casos recentes de apps com malware que também acaba por chegar aos utilizadores.

 

Mesmo mostrando o que já todos sabíamos, o estudo da Nokia vem confirmar e reforçar que o Android precisa de elevar os seus padrões de segurança e que o iPhone consegue manter-se quase incólume e sem problemas.

 

Fonte: Pplware

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Aplicação da Google permite escolher qual imagem é o principal das "Live Photos"

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A Google lançou uma nova atualização para a sua aplicação "Motion Stills" que melhora as "Live Photos" permitindo escolher qual imagem pode ser usado com principal.

Muitas vezes a melhor imagem de uma "Live Photo" não é a imagem usada com principal. Com a aplicação "Motion Stills" pode abrir uma "Live Photo" e selecionar qual a imagem que quer usar como principal e grave-la novamente no rolo de câmara do iPhone.

Novidades nesta versão:
A mais recente novidade, poder exportar uma "Live Photo".
Para aqueles que procuram a perfeição, a imagem mostrada é a que quiser escolher.

● Escolha a melhor imagem e exporte a sua Live Photo.
● Seleção de texto melhorada.
● Suporta GIFs de alta qualidade.

Pode fazer o download da aplicação Motion Stills da App Store gratuitamente.

DOWNLOAD



Fonte: iClarified
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Hacker diz ter roubado dados da empresa que “abriu” iPhone 5C

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O caso foi muito badalado no mundo pois colocou frente a frente, num braço de ferro, a Apple e o governo dos Estados Unidos. Na altura, o governo tentou obrigar a empresa de Cupertino a criar uma “falha” de segurança (uma backdoor) no iOS, dada a pressão por parte das agências de segurança em vasculhar o iPhone 5c do terrorista de San Bernardinho.

A Apple negou sempre essa cooperação e isso levou os serviços norte-americanos a contratar uma empresa de Israel para “hackear” o iPhone e assim ter acesso às informações. Agora, segundo consta, essa empresa foi vítima de um ataque hacker.

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Como na altura foi possível acompanhar, a Apple sempre se recusou a criar o “GovtOS” (nome dado ao sistema que a empresa teria que desenvolver com uma falha para haver acesso aos dados). Esta ação poderia ter um efeito dramático no iOS, pois iria criar uma espécie de “chave-mestra” no sistema. Esta tomada de posição poderia, mais tarde ou mais cedo, cair nas mãos erradas, colocando em perigo milhões de utilizadores do iPhone, iPad e iPods touch.

O FBI terá contratado, nessa altura, a empresa israelita Cellebrite que terá conseguido violar a segurança do iPhone 5C e disponibilizado os dados à investigação do acto terrorista.

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Agora, segundo informa a publicação do site Motherboard, em meados de janeiro um hacker roubou 900GB de dados da Cellebrite, sugerindo que a empresa vendeu a sua tecnologia de espionagem ao governo da Turquia, dos Emirados Árabes Unidos e da Rússia.

Parece confirmar-se que de facto esta empresa, especialista em espionagem, foi vítima da sua própria actividade, tendo o hacker responsável pelo roubo publicado o pacote dos ficheiros supostamente desviados e recuperados de dispositivos Android, BlackBerry e iPhone antigos.

"O debate em torno de backdoors não vai desaparecer. Em vez disso, é quase certo que ficará ainda mais intenso já que caminhamos para uma sociedade mais autoritária. É importante demonstrar que, quando se criam essas ferramentas, elas vão acabar por “vazar”. A história deve deixar isso claro."
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                              Referiu à Motherboard, o hacker em causa.

 
Mas afinal quem é a Cellebrite?

Em traços gerais, a Cellebrite é uma empresa especializada na extração de dados de smartphones tendo como principais clientes as agências de inteligência. O produto que afamou a empresa foi o Universal Forensic Extraction Device (UFED), uma peça de software que quando instalado num determinado dispositivo próprio e ligado a um telefone, tem a capacidade de extrair SMS, e-mails, dados privados e muito mais.

Os dados publicados revelam ainda que as forças policiais e as outras agências de segurança norte-americanas gastaram milhões de dólares na tecnologia comercializada pela Cellebrite.

Alegadamente, os dados foram roubados pelo hacker de um servidor remoto da empresa, extraindo-os das imagens UFED. Os ficheiros estavam criptografados, mas tudo foi devidamente resolvido por ele.

Das várias informações que deixou, o hacker referiu ter notado que muitos dos códigos relacionados ao sistema operativo móvel da Apple são similares aos utilizados pela comunidade jailbreak.

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Mas serão legítimos os dados publicados?

O investigador de segurança Jonathan Zdziarski, depois de analisar a informação, confirma o que foi afiançado pelo hacker, e concordou também com a avaliação feita em que é referido haver alguns ficheiros do iOS praticamente idênticos às ferramentas criadas e usadas pela comunidade jailbreak, incluindo versões remendadas do firmware da Apple projectadas para quebrar mecanismos de segurança nos iPhones mais antigos.

 

Cellebrite desvaloriza totalmente

Em sua defesa, a Cellebrite declarou ao site Motherboard que “os ficheiros referenciados são parte do pacote distribuído para as aplicações e estão disponíveis para os nossos consumidores”, e que “eles não incluem nenhum código-fonte”. Mas ao que parece, o pacote divulgado contém muitos mais dados.

 

Ataque dá razão à Apple

Este ataque vem dar razão à Apple quando esta referia que, ao criar o tal buraco de segurança no seu sistema operativo móvel, mais tarde ou mais cedo alguém haveria de roubar essa informação e poderia ser catastrófico para os desígnios da empresa.

Fonte: Pplware
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Apple voltou a bater recordes de vendas graças ao iPhone 7

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As venda da Apple têm, nos últimos meses, baixado de forma pouco normal. Os resultados trimestrais estavam abaixo das expectativas e a empresa precisava de os contrariar.

Esses tempos menos positivos da Apple parecem ter finalmente desaparecido. Os mais recentes dados, referentes ao primeiros trimestre do ano fiscal de 2017, mostram que as vendas do iPhone voltaram a bater recordes e a Apple terá voltado aos seus tempos de glória.

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Foi há pouco que a Apple apresentou ao público os seus números de vendas, referentes ao primeiro trimestre de 2017. Este é o período que engloba as vendas de Natal e, normalmente, os números são mais elevados. Os analistas previam vendas pouco significativas, mas a verdade é que os números mostram uma realidade bem diferente. O iPhone 7 vendeu muito e isso trouxe resultados muito positivos para a Apple.

No total dos valores apresentados, a Apple voltou a crescer. A sua receita foi de 78,4 mil milhões de dólares e os lucros atingiram os 18,4 mil milhões de dólares. Ambos os valores mostram um crescimento da Apple face ao ano anterior.

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Os novos recordes de vendas do iPhone

No campo dos dispositivos móveis, onde a Apple apostou forte com o iPhone 7 e o iPhone 7 Plus, os números são impressionantes. Ao todo foram vendidos 78,3 milhões de iPhones, representando um aumento de 5% face ao mesmo período de 2016, quando foram vendidos 74,8 milhões de dispositivos.

Este foi o primeiro trimestre completo em que o iPhone 7/7Plus esteve à venda e onde também as vendas de Natal ajudaram.

As prestações dos novos MacBook Pro tiveram impacto positivo

Na área dos computadores pessoais, onde a Apple vinha a ter números cada vez mais baixos, a subida foi feita à custa dos novos MacBook Pro. Foram vendidos 5,37 milhões de Macs, o que representa uma pequena subida de 1,4% face a 2016. Sem qualquer dúvida que os novos MacBook Pro ajudaram a este crescimento, que ainda assim é tímido.

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O iPad, outro ícone da marca, teve neste trimestre uma quebra. Foram vendidas 13,1 milhões de unidades, o que representa uma quebra de 19% face ao primeiro trimestre de 2016. Esta descida, neste trimestre, fecha um ciclo de 3 anos consecutivos de diminuição de vendas.

O Apple Watch continua a ser um sucesso

A área onde a Apple engloba as vendas do Apple Watch é sempre apresentada como um todo e não permite distinguir as vendas deste gadget da Apple. Mas Tim Cook, durante a apresentação dos resultados referiu que as vendas do Apple Watch voltaram a bater recordes, mas sem referir qualquer número de vendas.

Os restantes produtos, onde podemos encontrar os Beats, o iPod, a Apple TV e os restantes acessórios, tiveram perdas nas vendas, levando a que está área não crescesse.

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Os serviços são a grande aposta da Apple

Para além de todos os produtos que a Apple vende, é na área de serviços que a empresa consegue sempre bons resultados. Este trimestre não foi diferente e as vendas do iCloud, Apple Music, App Store e restantes serviços voltaram a apresentar valores muito elevados. A Apple apresentou vendas nesta área de 7,17 mil milhões de dólares de receitas, o que representa um novo recorde.

Estes novos números da Apple eram esperados para mostrar como os consumidores tinham aderido aos produtos da Apple e como a empresa estaria a conseguir contornar os números de vendas dos trimestres anteriores. Como se pode ver não poderia ter corrido melhor para a Apple e os novos iPhones provaram que são um sucesso.

Fonte: Pplware
 
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Apple, o maior concorrente do iPhone 7 é o iPhone 6s?

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A Apple tem preparada para a próxima semana a apresentação de resultados onde vão estar incluídos os números das vendas do período do Natal. Espera-se que aí se possam ver, finalmente, as prestações do iPhone 7 e como conseguiu cativar os consumidores.

Se tudo indica que esses vão ser números elevados, os analistas têm opiniões diferentes e revelam que, provavelmente, os campeões de vendas neste Natal foram o iPhone 6s e até o iPhone 6.

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Quando a Apple apresentou o iPhone 7, revelou um equipamento único e com as melhores especificações do mercado. Os planos para esta novidade eram elevados e esperava-se que voltasse a conquistar o mercado, levando a empresa a recuperar algum do controlo que tinha perdido ao longo do ano.

A opção recaiu sobre o iPhone 6s

A verdade é que agora os analistas voltam a colocar o iPhone 7 numa posição pouco confortável e revelam que, provavelmente, o grosso das vendas da Apple terá assentado em modelos mais antigos, como o iPhone 6s e o iPhone 6.

Os dados que vão ser apresentados irão revelar que o preço médio de venda dos smartphones da Apple terá baixado novamente, mostrando assim que a escolha terá recaído nos modelos mais antigos. Esta é a convicção de Mark Moskowitz, analista do Barclays, e que terá sido transmitida aos clientes.

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As razões da preferência pelo iPhone 6s

Tal como se espera, as vendas durante a época das festas devem ter disparado, mas o que os analistas mostram é que não existiu um factor de novidade que tenha convencido os consumidores. O grau de inovação nos equipamentos é já tão elevado que as novidades entre versões acabam por não ser relevantes.

Recent smartphone customers increasingly are opting for the iPhone 6S. We detect increasing concern among industry participants that smartphones in general have evolved technologically to become more than good enough to serve most users’ digital needs over multiple years or until the device breaks.

A somar a esse factor existe ainda a expectativa sobre o que a Apple apresentará no ano do 10º aniversário do iPhone. Este novo equipamento está a cativar o interesse dos consumidores, levando-os a esperar pela sua chegada e a optar por não trocar mais cedo de smartphone.

Fonte: Pplware
 
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Os Airpods já podem ser encontrados com a nova versão do iOS

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Desde que foram lançados que os AirPods da Apple têm levantado questões aos utilizadores. A mais corrente era como poderiam ser encontrados caso se perdessem.

Até agora a única opção era a compra de novos, mas a Apple parece ter conseguido encontrar uma nova solução, integrando os AirPods na aplicação Encontrar o meu iPhone.

Airpods

A nova funcionalidade para encontrar os AirPods chegou ontem com a primeira versão de testes do iOS 10.3. Ainda não se sabe muito sobre ela, uma vez que está ainda numa fase muito inicial. Do que foi possível avaliar, agora passam a surgir mais estes dois equipamentos na lista dos que podem ser encontrados pela Apple.

A sua integração é idêntica aos restante, mas a Apple deu-lhe algumas novidades. Como são equipamentos sem ligação activa, a Apple dará ao utilizador a localização da caixa dos AirPods, permitindo saber onde esta se encontra. Esta localização poderá ser a actual, caso estes estejam com alguma ligação Bluetooth activa ou a última posição conhecida. Em ambos os casos, a localização será sempre feita com recurso ao GPS do iPhone.

Mas porque por vezes o interesse é mesmo encontrar os AirPods, a Apple deu-lhe uma funcionalidade extra. É possível dar ordem para emitir um som, facilitando o processo de procura e tornando ainda mais simples encontrá-los. Esta última opção apenas funciona se os AirPods estiverem ligados via Bluetooth, ou seja, próximos do iPhone.

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A novidade vai agora ser avaliada pelos programadores e por todos os que participarem nos testes públicos da mais recente versão do iOS. Esta versão 10.3 deverá ser lançada em breve.

É curiosa a atitude da Apple em lançar esta novidade. Há poucas semanas removeu da sua loja de aplicações a app Finder for AirPods que, de forma resumida, fazia o que esta novidade da Apple agora propõe. A resposta dada ao programador que criou a app era que esta não era apropriada para a App Store.

Está assim encontrada a solução da Apple para o problema da perda dos AirPods. Os utilizadores vão, em breve, conseguir encontrar os seus novos auscultadores da iPhone, da mesma forma que encontram qualquer outro equipamento da marca.

Fonte: Pplware
 
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